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"Será Feita Justiça": Netflix anuncia nova série sul-africana

(30 de junho, África do Sul) A população da África do Sul é chamada a decidir o destino de um homem branco, Allan Harvey (Morné Visser), acusado de assassinar um jovem negro. O público tem apenas algumas horas para votar na execução ou exoneração deste homem em Será Feita Justiça, a mais recente série de suspense da Netflix, com estreia agendada para 29 de julho de 2022.  

A série de seis episódios segue o intenso drama que se desenrola numa sala de tribunal sequestrada na África do Sul, enquanto a tensão e o conflito se vão instalando no exterior e ameaçam dividir nação, famílias e amigos. 

Créditos da foto: NEO BAEPI/NETFLIX

Direitos de autor: © 2022 Netflix, Inc

Com um desempenho contagiante, Hlomla Dandala interpreta o papel de Azania Maqoma, um lutador pela liberdade que se autointitula como julgador em nome da justiça, enquanto cumpre uma agenda secreta para ajustar contas com antigos inimigos. O elenco inclui outros nomes de peso, como Motshabi Tyelele, Jack Devnarain, Lerato Mvelase e Pallance Dladla.  

Criada pela Meraki Studios, a série explora os princípios de uma Constituição que promete aos arguidos um julgamento justo e a presunção da inocência no contexto de uma sociedade profundamente injusta, de um governo corrupto e de uma nação frustrada. 

Elenco e equipa

Produtora: uma produção da Meraki Studios em associação com a Ochre Media

Autoria: Meraki Studios/Tshepo ‘Ty’ Skosana 

Produção executiva: Tshepo ’Ty' Skosana, Stan Joseph e Robbie Thorpe

Produção: Lodi Matsetela 

Realização: Jozua Malherbe, Zwelethu Radebe e Rolie Nikiwe

Elenco principal

  • Hlomla Dandala 

  • Pallance Dladla 

  • Lerato Mvelase 

  • Anton Jeftha 

  • Motshabi Tyelele

  • Jack Devnarain 

  • Tiisetso Thoka 

  • Morné Visser 

  • Bokang Phelane 

  • Alex McGregor

  • Dineo Rasedile

  • Panch Gasela 

  • Siya Xaba

Sinopse

Um enigmático lutador pela liberdade e os seus seguidores com uma agenda secreta sequestram uma sala de tribunal de modo a deixar que o público decida se o arguido por homicídio deve ser executado, virando o mundo do avesso e instalando o caos na vida das pessoas.